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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Bolo de Fraldas- 50 Modelos Para Você Se Inspirar !

Quando vai chegando o momento de  realizar o chá de bebê ou o chá de fralda a gente começa a buscar idéias para decorar e deixar o espaço que será realizado o evento mais bonito e com todo o clima de bebê chegando. 

Antes de começar, você precisa escolher o modelo que pretende fazer e identificar quais materiais são necessários para fazer o seu Bolo de fraldas. Uma coisa é certa, fraldas e fitas coloridas não podem faltar.



Material necessário

- Fraldas descartáveis (da mesma cor) - Aproximadamente 60 para um bolo de três andares; 

- Elástico de látex; 

- Suporte Cilíndrico com a altura aproximada da fralda enrolada. ( Ex: recipiente vazio de talco.) 

 - 1 bandeja grande (para comportar o bolo);

- Fitas coloridas;

- Enfeites e itens para bebê (use a criatividade para decorar o bolo e as cores de acordo com o sexo do bebê.)

Abaixo vários modelos para você se inspirar.




































quarta-feira, 27 de julho de 2016

Pesquisa: Uma em Cada Cinco Brasileiras É Abandonada na Gestação


Principais Motivos de Abalos e Abandono Paterno

Entre as 1038 mulheres entrevistadas, 4% indicaram ter passado por algum tipo de abalo de relacionamento com o pai durante a gravidez. Nem todas as desavenças, se atribuem à própria gestação mas estão relacionadas a ela. 32% são conectadas a mudanças comportamentais, seja da gestante ou do parceiro. Neste contexto, a falta de maturidade dos pais é citada por 26% como outro motivo principal. Em 11% dos casos o próprio bebê é a causa do abalo e para 9% dos pais existe a dúvida sobre a paternidade do bebê.


Em alguns casos já há uma predisposição para ocorrência de abalos. Quase um quarto dos relacionamentos abalados durante a gravidez já passou dificuldades anteriores sérias e a gestação foi também considerada uma tentativa de salvar o relacionamento. Em metade dessas relações, o pai chega a abandonar a mãe ainda grávida.

Esse número é levemente superior aos 45% de grávidas que são deixadas pelo menos temporariamente após a ocorrência do abalo, ou seja, 20% da população feminina em total chegam a ser abandonadas. Enquanto 39% dos pais voltam para a mulher antes do parto do bebê, 36% não assumem a paternidade, nem sequer após o nascimento. O restante assume seu filho depois do parto.

Pedidos e Considerações de Aborto

Em situações de tensão e pensamentos extremos, cogitam a ideia e necessidade de um aborto do bebê que em muitos casos aparenta ser a raiz do problema. Consequentemente, 36% dos homens pedem à sua parceira a remoção do feto. Em quase metade desses casos, a própria gestante cogita o aborto paralelamente. Além disso ainda existem outros 17% das mulheres abandonadas que consideram o aborto independentemente do pai. Não há dados sobre a efetiva realização de abortos resultado do abandono paterno. Os motivos para avaliar essa medida extrema abrangem pressões familiares, financeiras e psicológicas entre outros.

Consequências do Abandono

Não é difícil de encontrarmos mulheres guerreiras batalhando, educando e criando seus filhos sozinhas. Mais de 20 milhões brasileiras criam seus filhos sem a presença do pai segundo um estudo do Instituto Data Popular. A grande maioria das mulheres brasileiras não apenas é ciente dessa realidade, mas até reconhece o abandono paterno como uma das origens do problema. 57% das mulheres conhecem o abandono de amigas e parentes, além das 7% que foram abandonadas sem outras incidências por perto. Para 88% das entrevistadas, o problema esta relacionado à falta de maturidade e caráter do pai.
No abandono paterno trata-se de um problema internacional crescente. Segundo estatísticas realizadas nos Estados Unidos, em torno de 24 milhões de crianças foram abandonadas por seus pais, sendo 1 a cada 3 nascidas. Já no Brasil, segundo a Associação dos Registradores de Pessoas naturais (Arpen-SP), de cada 20 crianças nascidas no Estado de São Paulo, um nem sequer recebe o nome paterno no registro. Como complemento da pesquisa realizada nos EUA, foi revelado que grande parte dos problemas sociais está relacionada ao abandono paterno e a ausência da figura masculina na vida da criança. Isso aumenta as chances em 4 vezes das crianças apresentarem comportamento agressivo no decorrer da vida por exemplo.
Já no Brasil, pesquisa realizada pela Datafolha aponta que 70% dos jovens infratores internados na Fundação Casa (antiga FEBEM), não se relacionavam com a figura paterna. Esses números comprovam que, crianças que crescem com a ausência física de um pai, possuem danos na construção psicológica e estão mais propensas a entrar no mundo da marginalidade, sofrer com problemas emocionais, tornar-se usuários de drogas e álcool e abandonar os estudos precocemente.


sexta-feira, 15 de julho de 2016

Depressão na Gravidez – Por que Ocorre e Como Tratar?

A gravidez é um momento tão sonhado e tão esperado pela maioria das mulheres e quando recebem a notícia da tão esperada chegada do herdeiro, onde esta a alegria? De forma inesperada uma tristeza toma conta do seu corpo, do seu pensamento e o sonho se torna um pesadelo, e a depressão na gravidez dá sua cara.

A depressão na gravidez é um transtorno psicológico que ocorre no período gestacional, por motivos variados como stress diário, medos, insegurança, variação hormonal e ate mesmo por estar passando por problemas pessoais. Nos tempos antigos acreditavam que estar grávida significava estar imune dos problemas psicológicos, mas infelizmente não é verdade. Pois nessa fase da vida a mulher esta ainda mais sensível, passando por milhões de transformações em seu corpo e seus níveis de hormônio parecendo mais uma montanha russa o que deixa a mulher mais exposta a ter esses tipos de transtornos.

E ainda mais nos dias de hoje sendo a rotina das mulheres ainda mais agitada do que nos tempos antigos, trabalham fora e fazem cargas horarias cansativas e ainda são responsáveis pelos cuidados com a casa e filhos.



Sintomas da Depressão na Gravidez

As variações no humor da mulher durante a gravidez é algo inevitável devido a grande mudança na produção de hormônios nessa fase, mas caso essas variações permaneçam por muitas semanas um especialista deverá ser procurado para analisar o caso. Durante a crise de depressão na gravidez é comum à mulher sentir os seguintes sintomas:

Ansiedade extrema
Tristeza sem motivos
Insônia
Choro sem motivo
Pensamentos suicidas


Podendo ocorrer também alteração na alimentação, fazendo que a gestante não se alimente de forma adequada podendo afetar o desenvolvimento do feto. O sentimento de culpa em relação a tudo ao seu redor também é bem comum nesse quadro, principalmente tudo relacionado ao nascimento da criança.

Existem casos que o obstetra pode solicitar o afastamento do trabalho da mãe, pois o desânimo absoluto e a fadiga pode atrapalhar a sua rotina diária, diminuindo sua produtiva e causando ainda mais frustrações. Muitos dos casos de mulheres com depressão na gravidez relacionam-se a uma gestação problemática, com riscos o que pode abalar ainda mais o psicológico da mulher acarretando e desenvolvendo esse transtorno nessa fase, e se não tratado corretamente além de trazer prejuízos para o desenvolvimento do feto e trazer riscos de parto prematuro, pode se estender ate mesmo após o nascimento do bebê ocorrendo à depressão pós-parto.

Como Tratar a Depressão na Gravidez?

O melhor tratamento para a depressão em qualquer que seja a fase da vida é o apoio da família, dos amigos e daqueles que amamos, mas o acompanhamento medico também é essencial. O acompanhamento com psicólogos e as sessões de psicoterapia podem auxiliar de forma poderosa nessa etapa, trazendo mais alto confiança, vencendo medos e voltando a mulher para sua verdadeira realidade. Alternativas bem indicadas e procuradas são a acupuntura e a prática de exercícios físicos como a yoga que podem tranquilizar a mente e o corpo. Juntamente de uma boa alimentação, uma vida tranquila e somente em casos de extrema gravidade serão indicados antidepressivos.

O apoio familiar durante o período de depressão na gravidez é fundamental para a mulher se sentir protegida, bem assistida e acolhida durante este momento de total sensibilidade. O carinho, a atenção, o apoio além de manter a distancia de julgamentos auxilia no tratamento e faz com que a resposta do tratamento ocorra em menos tempo. A utilização de antidepressivos durante a gestação traz riscos ao desenvolvimento do bebê, mas em caso de necessidade o quadro será avaliado por um especialista que analisará o risco-beneficio da situação oferecendo um tratamento totalmente acompanhado. Às vezes a mulher só necessita de um tempo pra si, colocar suas ideias no lugar e ter tranquilidade para pensar e agir sobre tudo que esta vivendo no momento. Respire fundo, tente passar por cima dos maus pensamentos e curtir esse momento, resolva as coisas com calma e procure fazer atividades que lhe cause bem estar, será só uma fase.


SUGESTÕES PARA PRÓXIMO TEMA NOS COMENTÁRIOS. 

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Diabetes Gestacional – Como Diagnosticar e Tratar


Problemas durante a gravidez podem acontecer, por mais que a mulher sonhe com uma gravidez totalmente saudável, intercorrências podem aparecer como por exemplo a diabetes gestacional. A diabetes gestacional nada mais é do que o aumento do açúcar no sangue durante a gravidez.
Uma gestante pode ou não já ter desenvolvido diabetes antes da gravidez acontecer, porém o mais comum do diabetes gestacional é que ela apareça já na gravidez. A maioria dos casos de diabetes gestacional terminam bem para mamãe e bebê porém, uma gestação com diabetes gestacional como intercorrência deve ser tratada como uma gravidez de risco e tem que ser cercada de cuidados. Na diabetes em geral não só na gestacional, o índice de glicemia no organismo da pessoa afetada pela doença sobe consideravelmente porque a insulina que o pâncreas fabrica não é de quantidade adequada para metabolizar a açúcar que entra na hora das refeições. Com isso o açúcar extra no corpo circula pela corrente sanguínea e também passa a ser eliminado na urina. Especificamente na diabetes gestacional, o açúcar excedente passa para o bebê o fazendo ter o mesmo excesso que a gestante. Bebês de mulheres com diabetes gestacional podem ser grandes, peso acima de 4kg justamente por esse excesso de açúcar em seu metabolismo já no seu desenvolvimento
Quais são sintomas de diabetes gestacional?
Se diagnosticada logo no principio da gestação, a doença pode ser controlada com facilidade e a gravidez ser levada a diante sem maiores preocupações. Ficar de olhos abertos é muito importante! A diabetes gestacional pode ser caracterizada por sintomas que aparecem ao longo da gestação, sintomas como:
- Cansaço
- Infecções frequentemente
- Sede e micção em excesso
- Visão turva
- Perda de peso repentinamente




Quem pode ter diabetes gestacional?
Mulheres que ganham mais peso na gravidez tem maior tendência a desenvolver a diabetes gestacional, tanto pelo ganho de peso como por fatores de pré disposição genética. Se a gestante possui casos de diabetes na família, deve redobrar os cuidados com a sua alimentação. Mulheres acima do peso anterior a gravidez também tendem a ter maior facilidade a ter diabetes gestacional. Os maiores riscos são das diabéticas que não controlam a doença antes da gravidez podem desenvolver mais gravemente a doença na gestação. As chances de o bebê nascer com problemas por excesso de açúcar no sangue são muito maiores do que a mulher que adquiriu a diabetes na gestação. Na maioria dos casos de grávidas com diabetes gestacional, a quantidade de insulina pode não ser produzida em quantidade suficiente para suprir necessidade de mãe e bebê devido a aceleração do metabolismo natural da gravidez por isso, algumas gestantes podem ter a necessidade de ter de injetar insulina.


Alimentos naturais são ótimos para ajudar a controlar a glicemia na gravidez.

O tratamento da diabetes gestacional é controle alimentar porém em algumas mulheres grávidas só o controle da diabetes gestacional com a alimentação pode não ser eficiente e aí, passarem a fazer uso da insulina. O controle alimentar deve ser feito pois deixar de se alimentar pode causar mal estar devido a queda brusca de glicose no sangue, então alimentar-se de 3 em 3 horas de forma correta e saudável é fundamental. De qualquer forma o médico e possivelmente uma nutricionista irão acompanhar bem de perto a gestante que apresenta diabetes na gravidez.

Os bebês que nascem de mamães com diabetes gestacional devem e vão ser cuidados mais de perto após o parto. Será preciso cuidados redobrados, pois logo após o parto, o excesso de açúcar que eles estavam acostumados pode e vai cair absurdamente. Providencias serão tomadas pelo pediatra e certamente ele irá entrar com medicação para ajudar a transição do bebê logo após o parto, ele terá que se acostumar sem a quantidade de açúcar que tinha intra útero.
Mesmo bebês de mulheres que controlaram muito bem a diabetes na gravidez, podem ter seus bebês submetidos a exames e uma avaliação criteriosa do pediatra, porém após esse prazo, serão liberados para ir para o quarto como qualquer outro bebê.

É comum ouvirmos falar de bebês gigantes, 5, até mesmo 7kg! São considerados super bebês e certamente foram gerados em uma gravidez com diabetes gestacional. O médico pode desconfiar de diabetes gestacional pela altura uterina ou mesmo pelo tamanho do bebê na ultrassom porém irá confirmar com exames como a curva glicêmica citada acima. No caso da diabetes gestacional, a mulher volta a mesma condição de antes da gravidez. A diabetes gestacional é uma doença exclusiva da gravidez.

Chá de Revelação – A Nova Sensação do Momento!

Diante de tantas novidades, surpresas e encantamentos da maternidade, uma nova modalidade para anunciar o sexo do bebê a toda família foi criado e ganhou o nome de chá de revelação. O chá de revelação é a nova sensação do momento e foi iniciada no exterior e trazida pro Brasil como um método divertido de anunciar a chegada da sua princesa ou do seu príncipe.

O casal quando descobre o sexo do bebê quer contar pra todo mundo, não é mesmo? E quer melhor forma do que em uma festa com todas as pessoas importantes para a vida deste bebê? Guarde a sete chaves a noticia e deixe para contar para TODOS no momento da revelação! Ou se quiser participar da surpresa, avise o medico durante a realização do ultrassom dizendo que não quer saber o sexo, que deve ser avisado para uma pessoa especifica que irá adentrar logo após a saída da gestante. Essa pessoa ficará encarregada de preparar a forma de revelar o sexo inclusive para os papais. Para a montagem da festa você pode usar e esbanjar de sua criatividade e mesmo que os amigos e familiares não saibam ainda o sexo podem te ajudar na decoração, afinal tudo será para estimular e aguçar ainda mais a curiosidade de todos.

Bexigas coloridas ou o padrão azul e rosa para apontar menino e menina, toalhas de mesas na mesma cor assim como a cor do bolo, doces e tudo que for de guloseima preparada para enfeitar a mesa. Não deixe que nenhum detalhe aponte o real sexo do bebezinho a não ser na forma escolhida de revelação para a família. Bandeiras, cortinas e até mesmo plaquinhas podem ser distribuídas no local e para animar ainda mais a diversão, porque não preparar um bolão? Você pode deixar na entrada do local, dois recipientes com papel e caneta onde os convidados darão seus palpites ou também uma lousa com giz escrito menino e menina para cada convidado que chegar assinalar com seu palpite.



O momento da revelação normalmente é feito através do corte do bolo, onde por fora segue a decoração escolhida pelos pais, azul e rosa ou todo colorido, mas por dentro tem o recheio que revela o sexo do bebezinho. Outra opção é a caixa com balões de ar, que quando aberto os balões saem voando pelo salão dando as boas novas e anunciando o sexo do bebê tão esperado. Qualquer das duas opções ou se tiver outras é sempre muito divertida, já que sempre a torcida por sexos opostos é bem dividida entre família e amigos.

Vídeos e Dicas para o Chá de Apresentação









Licença Amamentação – Direitos da Mamãe e Bebê

O momento após o término da licença maternidade e um ponto de extrema mudança na vida de mamãe e bebê. A amamentação exclusiva é fundamental até pelo menos o 6º mês de vida então, como fazer se a licença termina e a amamentação não?

Uma lei trabalhista foi criada para assegurar os benefícios de quem amamenta e principalmente de quem é amamentado. Pela lei CLT art. 396 diz que toda a mãe deve ter dois períodos de 30 minutos cada para amamentar o seu bebê até que ele complete seis meses de vida. Como na maioria dos casos esse intervalo da licença amamentação não é possível devido a logística, a empresa acaba dispensando a mamãe uma hora mais cedo do expediente ou permitindo que ela ingresse uma hora mais tarde para cumprir esse direito e aí existe uma redução de jornada de trabalho para a licença amamentação se cumprir.


Porém, há ainda um ponto curioso que se tornou uma polêmica de certa forma. Esses períodos de 30 minutos unidos teoricamente dariam 15 dias corridos a mais de licença maternidade para a mamãe. Muitas pessoas pleiteariam esse prazo a mais na licença certo? Algumas empresas adotaram essa forma, concedem a empregada duas semanas a mais para ficarem em casa e cumprir a lei.



Porém o que poucos sabem é que as empresas como um todo não são obrigadas a darem esses 15 dias a mais na licença para amamentação. Salvo exceção de casos onde o bebê necessita ficar internado e tudo com a comprovação de um atestado. Cabe dizer que aceitar esse atestado fica a cargo da empresa empregadora da mulher. Uma vez que a empresa não tem reembolso do SUS para esses 15 dias de licença amamentação. Normalmente a mulher recebe um auxilio durante a licença, essa que são reembolsados a empresa. Já na licença amamentação esses 15 dias não são reembolsados e a empresa arca com os custos.

Quem tem direito a licença amamentação de fato?



Toda mãe tem direito a licença amamentação, seja ela empregada ou autônoma. A diferença está que a autônoma lida com todos os trâmites diretamente com o SUS enquanto a funcionária tem o respaldo da empresa. A parte mais legal da lei e que pais adotivos também tem direito a licença amamentação! Toda mulher que deu a luz ou adotou pode tirar a licença maternidade com dois períodos de 30 minutos cada, salvo casos onde a empresa com mais de 30 funcionárias tenha uma creche ou berçário para dar um suporte melhor à mulher e seu filho.

Há empresas quem apoiam ainda mais a licença amamentação, existe um programa em que em troca de benefícios para os funcionários, ela recebe um desconto nos impostos. O programa se chama “Empresa Cidadã”, mas para que a empresa seja beneficiada a funcionária deve fazer o requerimento da extensão da licença maternidade assim como a licença amamentação para a empresa. Veja mais sobre o assunto no site da receita federal.

Proteja o seu direito e o do seu bebê. A licença amamentação é direito de todos! 

domingo, 10 de julho de 2016

Pressão Alta na Gravidez – Como Controlar?

Durante todas as visitas de pré-natal, seu obstetra realizará a medição da sua pressão arterial e marcará em sua carteirinha fazendo o histórico da sua pressão. Esse procedimento será e deverá ser realizado para controle, pois caso constatada pressão alta na gravidez os cuidados deverão ser redobrados ate o momento do parto.
Quando a pressão ultrapassa de 140/90 mmhg, ainda mais se a mulher nunca sofreu de pressão alta o medico deverá ficar alerta e ter um melhor acompanhamento, principalmente se a mulher já esta no final do segundo trimestre. A pressão é medida de duas formas, a pressão sistólica e a diastólica. Durante a gravidez a pressão que será cuidadosamente vistoriada é a diastólica que é o número mais baixo da pressão. Se acaso a pressão estiver alta por mais de 2 vezes na mesma semana, os cuidados deverão ser redobrados. A preocupação sobre a pressão alta na gravidez é devido a um problema muito grave que pode causar sérios danos, senão fatais à gestante e ao seu bebê. Esse problema chama-se pré-eclâmpsia e faz com que a proteína do corpo seja eliminada através da urina.
O exame que diagnosticará a pré-eclâmpsia é o exame de urina, que seu obstetra deverá solicitar assim que levantada a suspeita. Será confirmado caso seja encontrado proteína na amostra de urina e tuas visitas ao médico deverão aumentar para um controle mais rigoroso da pressão arterial fora exames mais frequentes para acompanhamento também. É natural mulheres que estão sofrendo de pressão alta na gravidez, se queixarem de dores fortes na cabeça e nuca, visão turva com pontos brilhantes e o inchaço por todo corpo, principalmente pernas e pés.

O que Fazer para Controlar a Pressão Alta na Gravidez?

Seu médico indicará uma dieta balanceada longe de comidas salgadas e temperos fortes, o aconselhado são alimentos ricos em acido fólico que auxiliam o trabalho dos vasos dilatadores, além da melhora na alimentação é essencial a ingestão de muito líquido. Claro que não será o suficiente para reduzir a pressão alta na gravidez, mas auxiliará o controle dela, já que o sal é um dos principais responsáveis pelo aumento de pressão em qualquer fase da vida.
Uma dieta mais saudável auxiliará no controle da pressão
Uma dieta mais saudável auxiliará no controle da pressão
É recomendado o repouso absoluto e evitar ao máximo preocupações e stress que fazem com que a pressão aumente ainda mais. Caso todas as instruções do medico não resultem na baixa e controle da pressão alta, ele poderá recomendar a utilização de medicamentos anti-hipertensivos. Mulheres já hipertensas antes da gravidez tendem a ter uma piora drástica durante a gravidez e devem ter um acompanhamento ainda mais rigoroso não só do obstetra como de seu cardiologista. O controle do ganho de peso e da alimentação deverá ser ainda mais rígido, e muitas das vezes o medicamento já tomado deverá ser trocado para um que não traga prejuízos para a gravidez.
Normalmente, mulheres que resolvem engravidar tardiamente são fortes alvos da pressão alta na gravidez. A maioria delas tem uma vida agitada e estressada da rotina do trabalho, por esse motivo também esperam tanto tempo para tomar a decisão de engravidar, aguardando sua estabilidade profissional. Cerca de 14% das mulheres a partir de 40 anos apresentam pressão alta durante a gravidez, por isso considerada uma gestação mais delicada pelos médicos.
Quando a pressão alta não consegue ser controlada e reduzida através da alimentação e dos medicamentos, o parto deverá ser antecipado o quanto antes, pois devido à alta de pressão bebê e mamãe correm sérios riscos de morte. Inclusive 75% dos óbitos devido à pressão arterial elevada, ocorrem devido à pré-eclâmpsia. Portanto deve ser cuidado com muita atenção e responsabilidade não só pela parte medica e sim pela mamãe que terá que se conscientizar com a real situação.

sábado, 9 de julho de 2016

Exames Pré-Natal – Qual a Importância Deles?

Nós dias de hoje ainda nos deparamos com mulheres que acreditam que exames pré-natal não tem necessidade alguma além de não realizar também as consultas de pré-natal, e isso acaba sendo um pouco assustador para nós mamães que temos real consciência da importância desse acompanhamento durante a gestação.
Exames pré-natal são essenciais para saber tanto sobre a saúde da mamãe que esta gerando uma nova vida, como do bebê e dessa forma garantir não só uma gravidez tranquila mas um parto sem intercorrências . Na primeira consulta após descobrir que esta grávida, o ginecologista irá solicitar os primeiros exames pré-natal que estará incluso exames de sangue e urina, primeiramente para confirmar a gestação através da quantidade de beta HCG no sangue e pelo valor informado no resultado, terão uma estimativa do tempo de gestação que deverá ser confirmado nos demais exames, obviamente junto da informação dada pela mamãe da data da ultima menstruação.
A maior parte dos exames pré-natal solicitados é realizada através de coleta do sangue da gestante e são avaliados os principais fatores para uma gestação e desenvolvimento do bebê mais saudável. Caso encontrado algum fator fora da normalidade, o obstetra entrará com o tratamento adequado para normalizar a situação ou pelo menos controla-la ate o nascimento do bebê.
Exames Básicos de Pré-natal
Os exames pré-natal que sempre são solicitados no inicio da gestação são:
Hemograma completo: Esse exame deve ser realizado em todas as gestantes, de preferência mensalmente ou a quantidade de vezes que seu obstetra achar pertinente. Serve para detectar anemia e infecções que a mamãe possa ter e tratar o mais rápido possível.
HIV: Esse é um dos exames pré-natal que sempre ocorre logo no início da gestação, e para ser realizado deve ter a autorização da gestante. Serve para detectar a presença do vírus do HIV, causador da AIDS. Lembrando que mamães que possuem o vírus HIV devem ter um acompanhamento especializado e um cuidado maior para não ocorrer a transmissão ao bebê.
Sorologia para Rubéola: Exame pré-natal de muita importância serve para detectar a imunidade contra o vírus da rubéola. A rubéola quando desenvolvida durante a gestação pode trazer sérios riscos ao desenvolvimento do bebê.
Reação para Toxoplasmose: Outro exame de extrema importância é o de reação a toxoplasmose, pois caso diagnosticado durante a gravidez pode trazer sérios danos ao bebê, atingindo nervos e visão. Muitas mulheres descobrem que já obtiveram a doença em alguma fase da vida, após esse exame, descobrindo ser imune.
VDRL (veneral disease research laboratory): Exame pré-natal que detecta a presença de doenças venéreas, como a sífilis. Quanto antes detectado a presença dessas bactérias, melhor será a resposta do tratamento, pois essas bactérias podem ocasionar o aborto espontâneo, más formação do feto e parto prematuro.
Sorologia hepatite B e C: Exame que detecta a presença dos vírus da hepatite tanto tipo B como a C. Caso diagnosticado a presença no sangue, a gestante deverá procurar um hepatologista que receitará o tratamento adequado para que não infecte o bebê durante o parto.
Glicemia: Este exame pré-natal é realizado tanto no inicio da gestação, como em torno da 26º semana, serve para detectar intolerância a glicose e a diabete gestacional. Quando diagnosticado precocemente a glicemia alta, pode se evitar sérios riscos a saúde da mamãe e do bebê.
Urina: Exame que detecta a presença de infecção urinaria e pode auxiliar no controle de gestantes hipertensas, detectando a presença de proteínas. Exame muito importante para acompanhar gravidas diabéticas e conseguir evitar uma possível pré-eclâmpsia
Fezes: Exame que detecta a presença de parasitas no intestino da gestante deve ser realizado três dias para o diagnóstico correto.exame pre natal 1
Ultrassom: Esse exame tão esperado pelas mamães deve ser feito pelo menos três vezes durante toda a gestação. Um no primeiro trimestre para confirmar o tempo gestacional com mais precisão, no segundo trimestre quando o bebê já esta todo formado inclusive seus órgãos genitais e no terceiro para acompanhar o crescimento do bebê, controle de liquido amniótico e grau da placenta.
Obviamente esses são exames pré-natal solicitados e realizados para todas as gestantes. Caso seja uma gravidez de risco ou que apresente algum problema detectado nos exames, o medico poderá pedir exames adicionais ou repetir quantas vezes achar importante.

Pré-Natal Passo a Passo

As consultas de pré-natal devem ocorrer mensalmente ate o 7º mês de gestação, após isso se tornando quinzenais até a 36º semana e semanais até o dia do nascimento do bebê. Desde a primeira consulta será entregue uma carteirinha onde serão anotadas todas as informações da gestante durante os 9 meses, sendo realizada e registrada em todas as consultas medição de pressão arterial, peso da gestante,  altura uterina e também será escutado o coração do bebê.
Todos os exames solicitados pelo medico durante as consultas devem ser realizados de forma responsável e entregue na próxima consulta para avaliação e se necessário iniciar o tratamento indicado. O médico prescreverá poli vitamínicos que auxiliarão no desenvolvimento do bebê e também na falta de ferro da gestante, caso não esteja conseguindo se alimentar como deveria principalmente no inicio da gestação. Alguns postos de saúde oferecem cursos preparativos para as futuras mamães, ensinando sobre cuidados com o bebê, explicando sobre o parto e também falando sobre a importância da amamentação. Esses cursos ajudam muito a preparação e a conscientização das mamães, principalmente as de primeira viagem.
Os exames pré-natais e as consultas durante a gestação são de extrema importância para o acompanhamento e avaliação da saúde da mamãe e do bebê. Com o acompanhamento correto muitas intercorrências podem ser evitadas durante a gestação, como durante e após o nascimento do bebê, além de preservar a saúde de ambos, por isso toda mulher ao suspeitar de gravidez deve procurar imediatamente um ginecologista.

Parto Normal ou Cesária – É Mesmo uma Escolha?

Antes de sermos mães temos que enfrentar o que para muitas parece um bicho de sete cabeças que se resume à pergunta: parto normal ou cesária? Influenciadas por nossas próprias mães, amigas, médicos e informações das mídias, cada uma de nós define sua preferência de parto. Mas será que somos bem informadas e, mais importante,nossa vontade é respeitada?
Para encontrar a resposta realizamos uma enquete com 1011 frequentadores do Trocando Fraldas que revelou que 73% das brasileiras preferem o parto normal enquanto 27% optam pela cesária. Comparando este resultado com as estatísticas de parto do Ministérios da Saúde fica nítido que tem algo muito errado aqui. Quase 57% dos 2,9 milhões brasileirinhos e brasileirinhas nascidos em 2013 avistaram a luz pela primeira vez por meio do parto cesáreo. Esta porcentagem vem aumentando constantemente há décadas e faz o Brasil campeão mundial nesta categoria.
parto normal ou cesariana no brasil
73% das brasileiras preferem parto normal, 27% a cesariana
Segundo informações da Organização Mundial da Saúde, a cesariana é vantajosa e portanto necessária para a saúde da mãe e do bebê em apenas 15% dos partos. Contabilizando as mulheres que preferem o parto normal, mas que precisam fazer a forma contrária por necessidade, e supondo que toda mulher que prefere o parto cesariano consegue fazer, a taxa de cesárias não deveria ultrapassar 38% em hipótese alguma. Isto significa que quase uma em cada cinco mulheres brasileiras tem sua vontade desrespeitada, ou seja 19%. Até no SUS onde a taxa já passou dos 40% ocorre um excesso. Para somar a média nacional só resta concluir que o excesso na rede particular está muito maior, aproximando-se das 90%.


Como podem imaginar, o médico tem um papel crucial na decisão se vai ser um parto normal ou cesariana. Além da conveniência, o parto cesáreo tem uma outra vantagem, tanto para o médico quanto a paciente – ele é planejável. Do lado das gestantes, isto se manifesta como segundo motivo mais citado para este tipo do parto. Para as clínicas, a explicação pode ser econômica, principalmente considerando o fato da taxa altíssima na rede privada. É possível ganhar o valor X em Y tempo – uma maravilha de um ponto de vista do lucro. Dar assistência a uma parturiente normal por diversas horas é simplesmente menos atrativo e também mais prático no ponto de vista do profissional. Os motivos dos médicos a favor do parto cesáreo também são refletidos nas recomendações que eles dão às suas pacientes – razão citada também pelas participantes da nossa enquete.
motivos para parto cesareo
O medo da dor no parto normal é o motivo mais comun para a cesariana
Pesando mais na argumentação contra o parto normal é a dor. E quem não se assusta com o pensamento de que um bebê inteirinho tem que passar pela estreita vagina? Só pelo teste do olhar e as cenas na televisão parece que já dá para sentir a dor, sem contar com os comentários de amigas, mães, mulheres que passaram pela experiência sem medicação para dor. Mas já pensou que a simulação mental do tamanho da dor pode ser mais forte do que a dor real? O corpo feminino tem toda a capacidade para parir um filho de forma natural. Isso não quer dizer que o parto normal não dói porque doi sim, mas para saber de verdade é preciso conhecer, cada mulher sente a dor do parto de forma diferente.
O “pior” momento são as contrações fortes, que nem com anestesia peridural podem ser evitadas completamente, e nem tanto o momento em que o bebê está saindo. Também é possível reduzir as dores na hora do parto com a preparação psicológica e física. E afinal o que muitas mulheres não lembram quando pensam na dor do parto normal, que a cesariana apesar da anestesia também traz dor – no pós-parto. O tempo de recuperação do parto cesáreo é tipicamente de algumas semanas, enquanto algumas parturientes vaginais podem andar e cuidar do seu bebê ainda no mesmo dia.

Mitos Sobre Parto Normal Depois de Cesárea

A pergunta “normal ou cesáreo?” não existe apenas para o primeiro parto, mas pode e deve é ser presente em todos os partos. Enquanto é bem difundido que uma mulher que teve parto normal pode ter uma cesariana ou inverso constitui um grande mito na vida de muitas mulheres. Elas acreditam que não pode ter parto normal depois da cesárea. Mulheres que tiveram o primeiro parto cesariano podem ter, sim, parto normal em uma nova gestação. Normalmente, a desculpa mais usada para mamães de segunda viagem envolve a condição de anteriormente ter acontecido à cirurgia. Mas não, o parto normal é perfeitamente possível após o parto cesariano.
O parto normal também é possível em uma terceira gravidez com duas cesarianas. Porém, esse envolve um cuidado maior do médico obstetra que cuida da gestante. Teoricamente, qualquer sinal de trabalho de parto traria um risco maior das cicatrizes das cesarianas anteriores se romperem porque o corte já esticado pela gravidez atual se tornaria frágil. Mas ainda, sim, é possível o parto vaginal. Apenas não se aconselha fazer o parto normal em casa e antes do termo após duas cesarianas porque serão necessários aparatos para qualquer eventualidade. A mulher também deve estar de boa saúde e ter uma pressão controlada para o trabalho de parto acontecer normalmente.
Para ter um parâmetro de segurança, o parto cesariano pode acontecer no máximo por três vezes. A partir do quarto , os riscos relacionadas à pressão exercidas em cima da cicatriz aumentam significamente colocando a gestação em geral em perigo. Por outro lado, o parto normal pode ser feito por diversas vezes sem limitações. Mira-se o exemplo de mulheres de tempos passados que tinham 10, 12 ou às vezes até mais filhos quando a fertilidade permitiu.

Preferências e Diferenças no Parto Normal

Enquanto a parturiente de cesariana se entrega completamente nas mãos do médico obstetra, isso não é necessariamente o caso do parto normal. Dois terços das participantes da nossa enquete expressaram o desejo de terem um parto diferente do convencional realizados nas maternidades do país, a saber, humanizado ou natural. Entenda-se para fim da análise as seguintes definições de parto normal:
  • Convencional – realizado com intervenção médica já programada antes do parto
  • Humanizado – realizado com intervenção apenas com expressa vontade da parturiente
  • Natural – realizado sem intervenção alguma
parto normal preferido
Atualmente, não existem estatísticas conclusivas sobre os partos humanizados e naturais realizados no Brasil. Mesmo supondo que algumas mulheres não estavam 100% cientes desta definições na hora de responder e haja mudanças de opinião até o momento do parto, não é preciso conhecer todas as maternidades brasileiras que a realidade está do longe da mulher brasileira. Certamente, menos de 31% dos partos normais feitos são humanizado até mesmo por uma falta de preparação das instituições respectivas para isso.
Graças à mobilização das mulheres brasileiras de cobrar o direito de terem sua vontade respeitada, à maior difusão da temática nas mídias (como no Youtube por exemplo) e à consequente aumento de atenção, há sinais de que está situação pode mudar. Cada vez mais maternidades estão dispostas a seguir os exemplos de instituições de referência para apoiar as mulheres e possibilitar suas livres decisões.

Como Ter Direito ao Parto que Eu Quero

Considero final feliz, um parto que corra tudo bem, que termine mãe e bebê com plena saúde e que tenha a vontade da mulher respeitada. Vimos por esta pesquisa que principalmente o último aspecto está ainda longe da realidade. Muitas mulheres queriam, sim, ter seu melhor momento da vida por vias naturais, assim como sua mãe, sua avó e sua bisavó. Para isso é importante que os profissionais tenham a consciência do que é melhor para a paciente e o seu bebê e sejam abertos a ouvir você. Converse com o médico obstetra que provavelmente acompanhará o parto com antecedência sobre as formas possíveis de parto, seus medos e seus desejos. Caso esteja na situação feliz de poder escolher (e sei que muitas mulheres não podem por falta de opção), procure uma alternativa quando não sente o encaixe perfeito.
O parto cesariano certamente salva vidas, mas há muitos e muitos casos em que é totalmente desnecessário, principalmente em situações forçadas com desculpas irrelevantes e totalmente oportunistas. Não é por acaso que o Brasil lidera o mundo em cesarianas. A esperança é que a iniciativa tomada pelo Governo Federal, que obriga os médicos sob pena de multa de R$25 mil por ocorrência a justificarem sua escolha do parto cesáreo, fortaleça a posição de nós pacientes. Como tem toda a confiança da mulher, o médico por sua vez poderia sugerir o parto normal, por que não? Não há dúvida de que ele seja melhor para mãe e bebê, pois no nascimento via vaginal, as secreções são expelidas na passagem pelo canal cervical, além de claro, favorecer o pós-parto para da mamãe.
Para ter o parto normal que se deseja as condições também devem ser favoráveis. Para ter um parto humanizado, muitas vezes é vantajoso possuir um plano de parto. Além disso precisa de um médico que o acolha 100% porque sem isso o parto nunca será como a mulher imagina. Como a tranquilidade é fundamental neste momento, a confiança no profissional que nos acompanha é o mais importante. Isso também vale para o parto domiciliar.
Mas não são somente os fatores externos que decidem se o parto vai ser o tão sonhado. Precisamos estar preparadas psicologica e fisicamente. Para um parto normal, a mulher pode se alimentar de forma correta e fazer exercícios diariamente para facilitar a dilatação, não ganhar muito peso durante a gravidez e evitar problemas severos de saúde. Com a devida liberação do médico, a mulher que pretende ter parto normal pode fazer natação, yoga e pilates. Se for atleta antes da gravidez, o ritmo deve ser reduzido.